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Saúde em Jogo 2

Na última quinta-feira, dia 28/06, ocorreu na FGV Direito Rio a segunda edição do evento “Saúde em Jogo”, que se passou pela primeira vez em 2011 na Fundação Oswaldo Cruz. A edição de 2012 girou principalmente em torno do jogo eletrônico como ferramenta auxiliar ao tratamento de doenças.

Saúde em Jogo 2

Liliane Faria da Silva, Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Materna, Infantil e Psiquiátrica da UFF, apresentou sua pesquisa sobre a importância do recurso lúdico no tratamento de crianças com câncer. A Professora afirmou que o brincar auxilia o tratamento de crianças porque “facilita o enfrentamento da doença e reforça o vínculo da criança com a vida saudável”.

Liliane Faria da Silva no Saúde em Jogo 2

Em seguida, a empresa de desenvolvimento de jogos Technology & Training Institute apresentou seu health game (jogo para saúde) “Combate”, voltado para o tratamento de pacientes com câncer. O foco da demonstração foi o papel educativo dos serious games, ressaltando a proposta de “fazer o jogador aprender sem perceber que está aprendendo”. É esse o objetivo de Combate, que incorpora informações sobre o tratamento de câncer – como o porquê de se realizar a quimioterapia ou os diferentes tipos de tratamento possíveis – em uma estrutura visual e de gameplay acessível e intuitiva.Rafael e Henrique fazem a apresentação da T&T Institute no Saúde em Jogo 2

Finalmente, Arthur Protasio apresentou suas reflexões a respeito da importância da narrativa nos jogos para saúde. Dando exemplos de jogos como Silent Hill 2 e Brain Age, evidenciou como a temática de saúde pode estar implícita ou explícita na narrativa e como o aprendizado tangencial em um jogo pode tornar a experiência verdadeiramente educativa. Além disso, ressaltou a importância da narrativa como elemento promotor de catarse por meio da qual o leitor – ou jogador – lida com as feridas da vida e dá sentido à realidade.

Arthur Protasio no Saúde em Jogo 2

O evento foi pontuado pela participação do moderador, Marcelo de Vasconcellos, do Icict da Fiocruz. Destacando que o “jogo é anterior à cultura” e “um fenômeno cultural, não apenas tecnológico”, Vasconcellos destacou a importância de levar o lúdico aos pacientes e fazê-lo de modo dialógico, para que a comunicação seja plena.

A mesa de palestrantes e o moderador, Marcelo de Vasconcellos

O Saúde em Jogo 2 contou, ainda, com uma pequena exposição de jogos independentes e com a valiosa participação do público, que enriqueceu o debate após as palestras com experiências pessoais e profissionais.

Para quem não pôde comparecer ou quer relembrar o evento, veja também as fotos do Saúde em Jogo 2 na galeria abaixo.

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